A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) chegou a acordo com Bruno Paixão, colocando fim a um litígio judicial que se arrastava desde 2012. Em causa esteve a exclusão do antigo árbitro da lista de internacionais enviada à FIFA, situação que motivou o processo.
Proença coloca ponto final em processo longo
“Este acordo permite encerrar definitivamente um processo longo, evitando a continuação de um litígio com impacto prejudicial para ambas as partes”, sublinhou a FPF, que agradeceu ainda “a disponibilidade e a colaboração demonstradas” por Bruno Paixão na resolução do diferendo.
O organismo liderado por Pedro Proença destacou ainda que a decisão foi aprovada em reunião recente, colocando um ponto final num processo que se arrastava há mais de uma década e que teve consequências relevantes para todos os envolvidos.
Impactos pessoais e reconhecimento mútuo
“Venho por este meio agradecer à Direção da Federação Portuguesa de Futebol pela disponibilidade para resolver em definitivo o processo”, afirmou Bruno Paixão, que destacou os “inegáveis impactos pessoais, nomeadamente financeiros e reputacionais” ao longo destes anos.
O antigo árbitro sublinhou ainda que o acordo “vem colocar, finalmente, um ponto final num diferendo que podia e devia ter sido há muito encerrado”, elogiando o empenho da atual direção da FPF, dirigida por Pedro Proença, na procura de uma solução que defendesse ambas as partes.






