A formação continua a ser uma das maiores bandeiras do Sporting e os números comprovam a importância da Academia para o presente do clube. Desde que Frederico Varandas assumiu a presidência, Alcochete tornou-se não apenas uma fonte de talento para a equipa principal, mas também uma das principais origens de receitas para os cofres leoninos.
Os milhões que chegaram através da Academia
Desde 2018, o Sporting arrecadou mais de 350 milhões de euros através da valorização e transferência de jogadores formados na Academia. Durante o mandato de Frederico Varandas, 43 jovens chegaram à equipa principal, número que representa mais de metade dos jogadores lançados desde a criação do centro de treinos em Alcochete.
Entre os negócios mais rentáveis destacam-se as transferências de Geovany Quenda, Nuno Mendes, Dário Essugo, Chermiti, Mateus Fernandes, Tiago Tomás e Thierry Correia. Só as saídas de Quenda e Essugo renderam mais de 70 milhões de euros aos leões na última temporada.
Nem tudo são boas notícias em Alcochete
Apesar do sucesso financeiro e da constante promoção de jovens talentos, os resultados desportivos nos escalões de formação têm ficado aquém dos principais rivais. Nos últimos dez anos, o Sporting conquistou seis campeonatos nos escalões de sub-19, sub-17 e sub-15, longe dos 13 títulos somados pelo Benfica no mesmo período.
O cenário levou os responsáveis leoninos a avançarem para uma reestruturação na Academia. Os regressos de Tiago Fernandes e Leandro Grimi são duas das principais novidades de uma mudança que pretende aumentar a competitividade das equipas jovens, numa altura em que o Porto também surge cada vez mais forte na luta pelos títulos da formação.











