Ciclista português foi responsável por grande parte do montante conseguido pela sua equipa, a Bahrain-Victorious. O luso também deu um brutal salto no ranking.
Afonso Eulálio vale quase 100 mil euros
Terminado o Giro D’Italia, é hora de fazer contas à vida, e há quem tenha mais motivos para sorrir do que outros: um dos que pode sair da Grande Volta italiana de sorriso na cara e de bolsos cheios é Afonso Eulálio: o português foi responsável por grande parte dos mais de 108 mil euros acumulados pela sua Bahrain-Victorious durante a corrida.
A Bahrain foi a terceira equipa que mais ganhou, com 108.044 euros. A vitória de etapa de Alec Segaert rendeu 11.010 euros, mas, de resto, foi praticamente tudo da responsabilidade de Afonso Eulálio.
Foram 2000 euros por cada dia de rosa (9 dias), mais 750 euros por cada dia de branco (17 dias). Recebeu ainda 5508 pela etapa que terminou em segundo, e, no final da prova, juntou 10000 euros pela vitória da juventude, 13588 pela sexta posição na geral, e ainda 1000 euros pelo prémio de mais combativo na etapa 18.
A Visma | LAB foi a equipa que mais recebeu, em virtude da vitória final da Jonas Vingegaard. Os neerlandeses faturaram um total de 408.912 euros, mais do dobre de qualquer outra equipa, depois de uma prova onde conquistaram geral e seis etapas.
Em segundo lugar, entre a Visma e a Bahrain, ficou a Decathlon CMA CGM, de Felix Gall, que terminou em segundo na classificação geral.
Os destaque finais vão para a UAE, que perdeu três ciclistas cruciais no início da corrida, e mesmo assim aparece na metade superior da tabela, com 101.065 euros acumulados. Outras equipas em destaque foram a Red Bull – BORA Hansgrohe (95.710), a Lidl-Trek (94.875), a Soudal Quick-Step (84.936) e a XDS Astana (74.059). Vale a pena mencionar também a Polti, melhor equipa fora do WorldTour na prova (62.361). No último lugar aparece a Picnic Post NL, com uns modestos 2179 euros conseguidos.









