Richard Hopkins, antigo dirigente da Red Bull e McLaren falou sobre o estado de saúde do heptacampeão do Mundo de Formula 1.
Há mais de 12 anos, desde o seu acidente que quase roubou a sua vida, que Michael Schumacher não faz uma aparição pública.
Após o acidente de ski quase fatal, o estado de saúde do antigo campeão do Mundo de Formula 1 tem sido altamente guardado pela sua família e amigos mais próximos.
Um destes amigos mais próximos é Richard Hopkins, que desempenhou funções de dirigente na Red Bull e na McLaren, e revelou não estar dentro do estado de saúde de Michael Schumacher: “Não ouvi nada ultimamente. Creio saber que ele tem um médico finlandês, o seu médico pessoal. Não penso que voltemos a ver o Michael. Sinto-me um pouco desconfortável a falar sobre o seu estado de saúde, porque a família, com toda a razão, deseja manter o assunto em privado”.
Ainda assim, o seu amigo revelou que compreende o porquê do estado de saúde do antigo piloto ser tão reservado e apoia que aqueles que lhe são mais próximos mantenham a sua condição o mais privada possível: “Não sou particularmente próximo de Jean Todt, Ross Brawn ou Gerhard Berger. Mesmo que fôssemos os melhores amigos de Ross Brawn e lhe perguntássemos como está o Michael, mesmo oferecendo-lhe bons vinhos tintos, não creio que ele contasse”.
“Penso que qualquer pessoa que visite o Michael tem o dever de não revelar nada. É assim que a família deseja. Acho isso justo e respeitoso para com eles. Mesmo que eu soubesse, ficariam desapontados se eu o dissesse”, concluiu Richard Hopkins.
Para muitos, Michael Schumacher é considerado como o melhor piloto da história da Formula 1. Com 91 vitórias, 155 pódios e 68 pole positions no seu currículo, o alemão tornou-se heptacampeão do Mundo, ao conquistar os campeonatos de 1994 e 1995 pela Benetton e 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004 com a Ferrari.









