Presidente azul e branco – que também respondeu às acusações do Al Nassr – aproveitou a mais recente edição da Revista Dragões para atacar o clube da Luz, ainda em relação ao caso dos e-mails.
André Villas-Boas ao ataque
Presidente azul e branco já respondeu ao Benfica, sobre o pedido feito pelas águias ao Conselho de Disciplina da FPF, relacionado com o caso dos e-mails. Relembrar que o Porto foi condenado a pagar mais de 700 mil euros ao emblema da Luz, devido ao uso e exposição de dados obtidos de forma ilícita, num caso que remonta a 2018, e que teve como figura central Francisco J. Marques, então diretor de comunicação dos dragões.
O elemento do Porto utilizou documentos, obtidos de forma ilegal, para acusar o Benfica “de corrupção, manipulação de árbitros e adulteração da verdade desportiva”. As águias questionaram o CD sobre que “ilações e consequências desportivas” iriam existir depois do caso, que viu o Supremo Tribunal de Justiça dar razão aos lisboetas.
André Villas-Boas não se conteve nas palavras, em resposta a este pedido: “Uma associação desportiva portuguesa, conhecida por contratar “padres” para rezar “missas” em eventos desportivos, pediu ao Conselho de Disciplina da FPF para penalizar o FC Porto por revelar os conteúdos de tais escandalosas práticas religiosas. O FC Porto deseja sorte à justiça para provar a veracidade dos factos, em conformidade com a gravidade dos conteúdos, pois as probabilidades de aparecer um Gonçalves qualquer para ser usado como bode expiatório são altíssimas”.
“São estas tristes realidades, e uma incapacidade evidente de gerir o futebol português, que afetam a credibilidade das instituições. Que saudades devem ter dos apanha-bolas do FC Porto e da decoração do balneário do Dragão, que tanta falta fazem ao futebol português para encobrir outras práticas”, rematou, depois, o presidente do emblema portista.








