André Villas-Boas não escondeu a satisfação após a conquista do campeonato, mas garantiu que o foco no Porto já está apontado ao futuro. O presidente azul e branco destacou a coesão interna como um dos segredos da caminhada e lamentou as ausências que travaram a equipa noutras competições.
“Nunca houve guerra interna”
“O percurso da equipa também é curioso porque na adversidade sempre se encontrou. Nunca houve momentos de crise, guerra interna, houve sempre coesão, crença no título”, destacou o líder portista, apontando grande parte do mérito ao trabalho desenvolvido por Francesco Farioli.
Villas-Boas assumiu ainda que o título surge num contexto exigente, depois de um primeiro ano complicado na presidência, mas sublinhou a transformação operada no clube e a criação de condições para montar um plantel competitivo.
O que faltou ao Porto
O presidente mostrou-se convicto de que as lesões condicionaram fortemente a época europeia e interna. “Com De Jong e Samu acredito que chegaríamos à final da Taça e da Liga Europa”, atirou, lamentando a falta de opções ofensivas em momentos decisivos.
Ainda assim, deixou elogios à resposta coletiva e à estrutura do clube, antes de reforçar a ambição: o Porto quer manter-se no topo e começar desde já a preparar uma nova temporada em que pretende consolidar a posição conquistada.











