A derrota do Sporting frente ao Bayern Munique ficou marcada por decisões de arbitragem polémicas, com a análise especializada a apontar uma irregularidade decisiva no lance que originou o segundo golo dos bávaros. Pedro Henriques fez a análise para o jornal “A Bola” e considera que houve algumas falhas, uma delas muito grave.
Tempo de Compensação Criticado
A gestão do tempo pelo árbitro foi alvo de reparos negativos. Pedro Henriques classificou os quatro minutos de compensação dados no final da partida como um tempo “escasso e incorreto”.
A justificação prende-se com as quatro paragens para substituições (entrada de seis jogadores), a celebração de quatro golos e as demoras provocadas pelo VAR e por comportamentos antidesportivos, que justificavam um prolongamento maior da partida.
O jogo ficou ainda marcado por um desentendimento ao minuto 71 entre Kimmich e Hjulmand, corretamente sancionado com cartões amarelos para ambos.
Bloqueios no Golo do Empate (65′)
No lance do primeiro golo do Bayern (o do empate), a análise identifica bloqueios com agarrões por parte de Josip Stanisic e Harry Kane. No entanto, a decisão de não assinalar falta é aceite devido à existência de infrações mútuas.
“Os jogadores leoninos envolvidos também estão a agarrar os seus adversários, nomeadamente Maxi Araújo, e é por causa desse agarrar mútuo que o árbitro e VAR nada assinalam,” explica a análise.
Falta de Tah sobre Suárez ignorada (69′)
O momento mais crítico do encontro ocorreu ao minuto 69. De acordo com a análise, o segundo golo do Bayern foi precedido de uma falta clara de Jonathan Tah sobre Luis Suárez.
“Um agarrar com ambas as mãos e um puxar e derrubar um adversário tem sempre de ser punido, ainda mais quando daí resulta o ganhar da posse de bola e na mesma fase de ataque ser obtido um golo,” lê-se na avaliação.
O ex-árbitro considera que, mesmo tendo em conta o critério largo habitual na arbitragem escocesa, esta foi uma infração “clara e óbvia” que escapou ao juiz de campo, obrigando o videoárbitro a reverter a decisão. Tal não aconteceu, e o golo foi validado.
⏱️ Tempo de Compensação Criticado
A gestão do tempo pelo árbitro também foi alvo de reparos negativos. O especialista classificou os quatro minutos de compensação dados no final da partida como um tempo “escasso e incorreto”.
A justificação prende-se com as quatro paragens para substituições (entrada de seis jogadores), a celebração de quatro golos e as demoras provocadas pelo VAR e por comportamentos antidesportivos, que justificavam um prolongamento maior da partida.
O jogo ficou ainda marcado por um desentendimento ao minuto 71 entre Kimmich e Hjulmand, corretamente sancionado com cartões amarelos para ambos.
Recordemos que Rui Borges já se tinha também queixado a arbitragem. Pode saber mais aqui.







