SAD encarnada, Luís Filipe Vieira e Domingos Soares de Amaral estão acusados de fraude fiscal.
As alegações finais do processo Saco Azul, que envolve diretamente o Benfica, estão agendadas para 5 de dezembro.
O julgamento, iniciado em abril no Juízo Central Criminal de Lisboa, relaciona-se com suspeitas de fraude fiscal envolvendo o Benfica, SAD, o então presidente Luís Filipe Vieira e Domingos Soares de Oliveira, que à data desempenhava funções como diretor executivo da sociedade anónima desportiva.
A fase de produção de prova terminou na passada segunda-feira. O tribunal marcou o início das alegações finais para as 9h30 de 5 de dezembro, dia em que também se realiza o dérbi entre Benfica e Sporting, no Estádio da Luz, a contar para a 13ª jornada da Liga Portugal.
O processo teve início em 2017 e diz respeito a suspeitas de uso indevido de fundos ligados ao Benfica, no valor aproximado de 2,2 milhões de euros, emitidos em faturas à Benfica SAD e à Benfica Estádio para alegados pagamentos a terceiros.
Luís Filipe Vieira, antigo presidente dos encarnados, responde por três crimes de fraude fiscal qualificada e 19 de falsificação de documentos. Também são acusados Domingos Soares de Oliveira, Miguel Moreira, a empresa QuestãoFlexível e José Bernardes, apontados como coautores dos factos.
O Ministério Público acusa a Benfica SAD de dois crimes de fraude fiscal qualificada e a Benfica Estádio de um crime de fraude fiscal e 19 de falsificação documental. No processo figuram ainda como arguidos Paulo Silva, José Raposo e José Bernardes, este último também acusado de branqueamento de capitais.











