Estabilidade é prioridade para a nova temporada
À medida que se aproxima o arranque do Mundial, o mercado de transferências continua particularmente ativo e dois dos nomes mais cobiçados do plantel do Benfica são Tomás Araújo e Vangelis Pavlidis. Apesar do interesse demonstrado por vários clubes europeus, a SAD encarnada considera ambos fundamentais para a época 2026/27 e apenas admitirá negociar os jogadores perante propostas iguais ou superiores a 50 milhões de euros.
A estratégia definida pelos responsáveis benfiquistas, com o aval de Marco Silva, que assumirá o comando técnico da equipa, passa por preservar a espinha dorsal do plantel. O objetivo é garantir estabilidade competitiva e manter um núcleo de atletas considerados decisivos para os desafios da próxima temporada.
Benfica não sente necessidade de grandes vendas
Internamente, a administração encarnada acredita que não será necessário realizar uma transferência de valor extraordinário para equilibrar as contas da época recentemente concluída. Ainda assim, alguns jogadores poderão sair caso surjam oportunidades consideradas vantajosas para todas as partes.
A análise feita pelos dirigentes aponta para um mercado que deverá ganhar verdadeira dimensão apenas após a conclusão do Mundial, perspetivando-se um verão particularmente movimentado e com investimentos elevados por parte dos principais clubes europeus.
Bayern acompanha evolução de Tomás Araújo
Na Alemanha, surgiram notícias que dão conta do interesse do Bayern Munique em Tomás Araújo. De acordo com informações divulgadas pela imprensa germânica, o nome do defesa-central foi apresentado aos responsáveis bávaros, que já possuem relatórios detalhados sobre o internacional português.
Uma eventual investida do clube alemão dependerá, contudo, de possíveis saídas no setor defensivo, nomeadamente de Kim Min-Jae ou Hiroki Ito.
No Benfica, os planos passam por manter Tomás Araújo como uma das referências da defesa. Depois da saída de Nicolás Otamendi no final do contrato, a estrutura pretende igualmente contar com António Silva, embora a situação contratual do central português continue a merecer atenção.
Paralelamente, os encarnados procuram reforçar o eixo defensivo e Marco Silva deverá observar atentamente alguns jovens talentos, entre os quais Gonçalo Oliveira, Rui Silva e Joshua Wynder.
Pavlidis continua a ser aposta forte
Também Vangelis Pavlidis voltou a ser associado a uma possível transferência. Na Turquia, foi avançado que o Besiktas teria apresentado uma proposta de 20 milhões de euros, acrescida de objetivos, para contratar o avançado grego.
Contudo, segundo informações recolhidas, essa alegada oferta não chegou sequer ao conhecimento da administração liderada por Rui Costa. Além disso, o Benfica definiu internamente um valor mínimo de 50 milhões de euros para iniciar qualquer conversa relacionada com a saída do goleador.
Autor de 60 golos em duas épocas ao serviço das águias, Pavlidis continua a ser visto como uma peça-chave para o futuro imediato da equipa e integra plenamente os planos para o início da próxima temporada.
Núcleo duro protegido pela SAD
A política desportiva delineada para 2026/27 assenta na manutenção dos jogadores considerados mais influentes do plantel. Embora não existam atletas absolutamente intransferíveis, a SAD pretende dificultar ao máximo a saída das suas principais figuras, exigindo valores que reflitam a importância e o potencial dos jogadores.
Neste contexto, tanto Tomás Araújo como Pavlidis permanecem protegidos por uma fasquia financeira elevada, sinal claro da intenção do Benfica em construir uma equipa sólida e competitiva para a nova época.









