Marco Silva prepara-se para assumir oficialmente o comando técnico do Benfica, após as eleições do Real Madrid, mas o antigo treinador do Fulham não foi o único nome analisado pela estrutura encarnada para suceder a José Mourinho. Rui Costa avaliou várias hipóteses antes de tomar uma decisão definitiva.
Houve concorrência de peso
Durante o processo de escolha, o Benfica chegou a estudar alternativas nacionais e estrangeiras. Rúben Amorim foi um dos nomes equacionados, mas o treinador deixou claro que não pretendia regressar ao futebol português nesta fase da carreira.
Com Marco Silva a surgir como prioridade, os responsáveis encarnados mantiveram outras opções em aberto para o caso de o técnico português aceitasse renovar com o Fulham ou escolhesse outro projeto.
Dois estrangeiros estiveram na lista
Um dos treinadores referenciados foi Vincenzo Italiano. A revelação foi feita por Giovanni Sartori, diretor técnico do Bolonha, que admitiu publicamente que o Benfica demonstrou interesse no treinador italiano antes da sua mudança para o Besiktas.
O outro nome que mereceu atenção foi Andoni Iraola. O espanhol valorizou-se depois de conduzir o Bournemouth a uma campanha de destaque na Premier League e era visto como uma alternativa credível para o banco da Luz.
Rui Costa acabou por decidir
Apesar das várias hipóteses avaliadas, Marco Silva acabou por convencer a estrutura encarnada. O treinador de 48 anos já trabalha nos bastidores da preparação da nova época e deverá ser anunciado oficialmente assim que for formalizada a saída de José Mourinho para o Real Madrid.
A escolha do Benfica recaiu assim num técnico que conhece bem o futebol português e que regressa ao país depois de vários anos em Inglaterra. Pelo caminho ficaram nomes sonantes do panorama europeu, mas Rui Costa nunca escondeu que via em Marco Silva o perfil ideal para liderar o novo ciclo das águias.









