Presidente encarnado discursou na Assembleia Geral
O Estádio da Luz acolheu este sábado duas Assembleias Gerais do Sport Lisboa e Benfica. A primeira, de caráter ordinário, serviu para análise e votação do Relatório e Contas da temporada 2024/25, enquanto a segunda, extraordinária, foi dedicada à discussão e aprovação do novo regulamento eleitoral para as eleições de 25 de outubro.
Na Assembleia Geral Ordinária, Rui Costa, presidente do clube e recandidato ao próximo ato eleitoral, dirigiu-se aos sócios, reconhecendo que a temporada desportiva do futebol ficou “aquém do pretendido”.
“Encontramo-nos hoje para apreciar e votar o Relatório e Contas 2024/25 do nosso Sport Lisboa e Benfica. O meu primeiro sublinhado vai para a vossa participação. Como já tenho dito e reitero, o Benfica é tanto mais forte e tanto mais robusto quanto maior for o contributo da sua massa associativa. No que toca à discussão e votação do Relatório e Contas do Clube relativo a 2024/25, tenho a profunda convicção de que se trata de um documento positivo, sólido e que merece a aprovação dos sócios do Sport Lisboa e Benfica, mesmo se o enquadramento desportivo não foi o desejado. Sou o primeiro a reconhecer que, apesar dos esforços que empreendemos para dotar as equipas dos meios necessários para vencer, ficámos aquém do pretendido”, afirmou.
Apesar disso, o líder encarnado sublinhou conquistas relevantes: “No futebol, apesar do bom percurso internacional, apesar das conquistas da Taça da Liga e da Supertaça e de termos estado nas decisões até ao fim no Campeonato e na Taça de Portugal, não alcançámos os resultados que desejávamos”.
No panorama das modalidades, Rui Costa fez questão de salientar os 21 títulos alcançados na época, incluindo dois campeonatos masculinos (basquetebol e futsal) e cinco femininos (andebol, basquetebol, hóquei em patins, voleibol e polo aquático). O presidente destacou ainda os feitos dos atletas ligados ao projeto Olímpico do clube, como Isaac Nader, Caio Bonfim, Fernando Pimenta, Messias Baptista, João Ribeiro, Pedro Casinha, Diogo Ribeiro e Vasco Vilaça, lembrando também o título europeu de estafeta mista.
Em termos institucionais, Rui Costa assinalou a marca histórica dos 400 mil sócios e apresentou números financeiros positivos: “Destaco a obtenção de um lucro de 7,7 milhões de euros, o qual cresce para quase 30 milhões de euros considerando o método de equivalência patrimonial. Neste domínio, saliento ainda as receitas recorde de quotização e do merchandising, a diminuição dos gastos operacionais e do passivo e, por fim, um marco importante neste final de mandato: os fundos patrimoniais estão de novo em valores positivos”, realçou o líder das águias.
O dirigente realçou ainda a publicação do primeiro Relatório de Sustentabilidade do Benfica, bem como o papel das Casas do Benfica e da Fundação Benfica: “A sua dimensão cívica e de benfiquismo faz com que o Benfica se assuma a cada dia como um clube melhor e mais solidário”, concluiu.











