O caso da rixa entre as ultras do Benfica e do Sporting, ocorridas na quinta-feira à noite, antes do dérbi em Alvalade baixou de processo sumário para inquérito e foi entregue ao Ministério Público.
Processo de pancadaria levado a tribunal
O processo que levou à detenção de 124 indivíduos (61 ligados ao leões, 63 aos encarnados) por pancadaria em Alvalade baixou para inquérito e está agora nas mãos do Ministério Público. Os adeptos dos dois clubes seriam ouvidos em dias diferentes para evitar mais situações de desacato.
Com a abertura deste inquérito, o MP deverá proceder à recolha de novas provas para serem apresentadas em tribunal.
Ataques violentos antes do dérbi
Neste sexta-feira, os adeptos das águias foram ouvidos no Campus de Justiça, mas dispensados ao início da tarde. Deste modo, a audição aos ultras dos leoninos, que estava prevista para segunda-feira, fica sem efeito e não será necessário que estes se desloquem ao Campus de Justiça.
Esta situação foi desencadeada após os violentos ataques que ocorreram horas antes do dérbi de futsal, entre o Sporting e o Benfica, em Alvalade. Também a sede da Juve Leo foi atacada por ultras encarnadas, que levou à resposta igualmente violenta por parte dos adeptos do Sporting.
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