Ex-líder dos Super Dragões recorreu da pena de prisão e alega que nunca existiu plano para intimidar sócios do FC Porto.
Fernando Madureira recorreu ao Tribunal da Relação para contestar a condenação de três anos e nove meses de prisão no âmbito da Operação Pretoriano. O antigo líder dos Super Dragões, conhecido como “Macaco”, rejeita que tenha organizado um plano de intimidação a sócios do FC Porto durante a Assembleia-Geral de 2023, como ficou provado em primeira instância.
“Evitar uma humilhação pública de Pinto da Costa”
Segundo o Jornal de Notícias, a defesa de Madureira garante que as mensagens trocadas nos grupos de WhatsApp da claque não provam qualquer intenção criminosa. Para o arguido, o objetivo era apenas impedir uma “humilhação pública” do então presidente dos dragões, Jorge Nuno Pinto da Costa.
Contestação à decisão judicial
Os advogados do casal Madureira contestam a leitura da prova feita pelo Tribunal de São João Novo. Defendem que não existiu qualquer plano organizado de agressões: “Não há identificação prévia de vítimas, não houve distribuição de funções nem coordenação de ataques”, lê-se no recurso.
Pedido de absolvição ou pena suspensa
Fernando Madureira pede a absolvição, mas admite que, em último caso, a pena possa ser suspensa. Também a sua mulher, Sanda Madureira, condenada a dois anos e oito meses de prisão com pena suspensa, avançou com recurso.








