Andreas Schjelderup está a viver um dos momentos mais especiais da carreira ao representar a Noruega no Mundial 2026. O extremo do Benfica estreou-se em fases finais de Campeonatos do Mundo frente ao Iraque e confessou que ainda sente arrepios quando pensa na dimensão da experiência.
Um sonho que se tornou realidade
O internacional norueguês descreveu a participação no torneio como algo “surreal”, sobretudo por finalmente ver a sua seleção numa grande competição. Schjelderup recordou que cresceu sem assistir à presença da Noruega em fases finais e que o Mundial fazia parte dos seus objetivos há muitos anos.
A estreia aconteceu diante do Iraque, num triunfo por 4-1, com o jogador do Benfica a entrar aos 73 minutos. Apesar da concorrência direta com Antonio Nusa, Schjelderup garante que a amizade entre ambos continua intacta e admite que gostaria de jogar ao lado do companheiro.
Uma história que ainda provoca sorrisos
Durante a conversa, Schjelderup recuou aos 15 anos para recordar uma visita ao Copenhaga, então treinado por Stale Solbakken. Apesar da boa impressão deixada pelo técnico, acabou por optar pelo Nordsjælland, numa decisão que ainda hoje é tema de brincadeira nos estágios da seleção.
Segundo o extremo, Solbakken nunca deixou o assunto morrer e faz questão de o recordar regularmente. O treinador chegou mesmo a dizer-lhe que, caso tivesse aceite o convite do Copenhaga, poderia ter seguido um percurso semelhante ao de Roony Bardghji.
A frase que continua a persegui-lo
Foi precisamente numa dessas conversas que surgiu a frase que Schjelderup não esquece. Entre risos, revelou que o selecionador lhe disse várias vezes que estaria hoje no Barcelona se tivesse escolhido o Copenhaga naquela altura.
Sete anos depois, Schjelderup segue um caminho diferente, mas continua a crescer ao mais alto nível. Entre o Benfica e a seleção da Noruega, o jovem extremo procura agora aproveitar o Mundial 2026 para confirmar o potencial que há muito lhe é reconhecido.







