Costinha, antigo jogador do FC Porto, não faltou às cerimónias fúnebres de Jorge Costa, reagindo à morte do eterno ‘Bicho’
Costinha marcou presença nas homenagens a Jorge Costa e não escondeu a emoção ao relembrar o eterno número 2 do FC Porto.
“Vimos homenagear um grande homem, acima de tudo. Um grande amigo, um grande pai, um grande marido, um grande filho. Parece que não é verdade o que estamos a sentir. Parece que ainda ontem estávamos a conversar e hoje não o temos aqui ao nosso lado em termos físicos. Não vamos esquecer o grande ser humano que foi o Jorge”, começou por dizer, em declarações à Sport TV.
O antigo jogador do FC Porto abordou, também, o facto de vários clubes terem sido rápidos a homenagear Jorge Costa: “É um tema que não tem discussão. É impactante em qualquer meio. Qualquer clube gostaria de ter um Bicho, tinham um carinho especial. Era agressivo e competitivo, mas aquela crença, forma de estar, carisma não havia nenhum clube que não invejasse ter um Bicho no seu balneário, que defendesse tão bem e com tanta força aquilo que era ser FC Porto. As homenagens vão ficar porque sabem quem é o Jorge. O que me entristece é que o Jorge fez um longo caminho para regressar ao FC Porto, chega, está num momento bom e Deus chamou-o. A vida é mesmo assim”.
Costinha deixou um pedido, ainda, relativamente às futuras gerações. “Gostaria que quem está no FC Porto se lembrasse de quem é o Jorge. A formação pode dar ao clube líderes ou jogadores como o Jorge. É normal que todos os pais, quando veem bons exemplos, queiram mostrar aos filhos que é o caminho que têm de fazer. É uma pessoa imortal”, considerou o ex-atleta do FC Porto.
“Pedi apenas ao Jorge e a Deus que guardasse uma cadeirinha para quando eu for ter com ele pudéssemos continuar as nossas jogatanas de cartas. Está muito recente as gargalhadas e as brincadeiras de domingo. Irei continuar a ter o Jorge na cabeça”, concluiu Costinha sobre Jorge Costa.










