Selecionador croata, bem como o capitão Luka Modric, ecoaram críticas croatas à exibição do árbitro.
Zlatko Dalic, selecionador da Croácia: “Foi uma má arbitragem”
No final do encontro entre Portugal e Croácia, que terminou com vitória lusa por 2-1, as figuras croatas espelhavam a desilusão de um país que tinha acabado de ser eliminado do Mundial.
O selecionador Zlatko Dalic felicitou a equipa das quinas, mas não deixou de criticar o árbitro do encontro: “Primeiro, parabéns a Portugal e desejo-lhes toda a sorte para o resto do torneio. O plano para a primeira parte era não sofrer golo. Conseguimos defender e não sofremos golos. Na segunda parte, virámos o jogo, criámos muitas oportunidades e não merecíamos este resultado.
“Parabéns aos meus jogadores. Não os posso acusar de nada. A arbitragem foi muito má. O árbitro simplesmente não assinalava faltas a nosso favor e isso irritou a equipa. Foi uma má arbitragem, mas a Croácia perdeu e não podemos fazer nada”, rematou.
Luka Modric: “As decisões da arbitragem prejudicaram-nos”
O capitão croata, experiente médio Luka Modric, também terminou o jogo com algumas queixas sobre a arbitragem:
“As decisões da arbitragem prejudicaram-nos. Se tivesse acontecido ao contrário, eles estariam na mesma situação. O penálti é um lance em que os dois se estão a agarrar. Existem muitas jogadas assim. Não podes apitar um lance destes. Só se for um erro de 200%. Também não está claro que Matanovic tenha tocado na bola com o cabelo no golo anulado. O VAR não foi criado para isso, mas para corrigir erros claros. Usam-no mal, de forma seletiva a olhar para o tamanho da equipa”, começou por apontar.
O médio do AC Milan prosseguiu: “Podíamos ter tido outro resultado, mas não conseguimos. Passaram-se coisas que são incríveis, mas o que se vai fazer? É difícil agora mesmo, não quero dizer algo inapropriado depois da partida, ainda está tudo a quente. Merecíamos mais. Vimos as imagens e não há provas de que tocou na bola”.
Sobre a possibilidade de ter disputado o último jogo pela Seleção, atirou: “Hoje não é o dia. Em breve saberão a minha decisão”.











