Guarda-redes do FC Porto tomou uma decisão baseada no peso da história azul e branca.
Diogo Costa vai continuar a vestir a camisola 99 na temporada 2026/27. A possibilidade de o capitão do FC Porto assumir o histórico número 2 fica, assim, afastada, apesar do desafio lançado por André Villas-Boas para que o guarda-redes passasse a utilizar uma camisola com enorme significado no clube.
A decisão não terá resultado de uma recusa propriamente dita. O número 2 está ligado a uma herança muito particular no universo portista, depois de ter sido usado por João Pinto e Jorge Costa, duas figuras de enorme dimensão e antigos capitães do FC Porto. É esse legado que Diogo Costa entende que deve continuar a ser preservado.
A escolha pelo 99 surge, por isso, como uma questão de princípio e de respeito pela história do clube. O guarda-redes considera que o número 2 deve permanecer associado às duas referências que o tornaram especialmente simbólico para os adeptos portistas.
Também a camisola 99 tem um significado especial para Diogo Costa. O número foi utilizado por Vítor Baía, uma das maiores figuras da história do FC Porto e um ídolo assumido do atual dono da baliza azul e branca. A ligação a essa referência ajuda a explicar a importância que o guarda-redes atribui ao número que tem usado desde a afirmação na equipa principal.
A decisão foi transmitida a André Villas-Boas, que tinha colocado em cima da mesa a possibilidade de Diogo Costa assumir o 2. O presidente portista terá aceitado e respeitado a escolha do capitão, mesmo mantendo a vontade de o ver com um dos números mais emblemáticos da história do clube.
A confirmação deverá surgir na apresentação oficial da equipa aos sócios, marcada para este sábado, num evento que culminará com o particular frente ao Aston Villa. Diogo Costa será, assim, apresentado novamente com o 99, número que continua a acompanhá-lo numa fase em que já deixou a sua marca entre os grandes nomes da baliza do FC Porto.











