SAD azul e branca admite interesse nos seus principais ativos, mas quer preservar a base da equipa
O futuro de Diogo Costa continua a ser uma das grandes incógnitas no FC Porto. Apesar da vontade do clube em manter o guarda-redes e capitão, a administração reconhece que uma eventual saída depende de vários fatores e que o internacional português é um dos jogadores mais cobiçados do plantel.
André Villas-Boas deixou claro o enorme apreço pelo guarda-redes, destacando a sua importância dentro e fora das quatro linhas. “O Diogo Costa é o futuro deste clube, quero muito vê-lo entrar em campo com a camisola 2 para o ano, mas é um dos melhores ativos do FC Porto, tem as suas próprias ambições. Tem uma carreira única e sem paralelo no FC Porto. Quer vencer aqui e quer continuar a vencer. Portanto, nós estamos encantados da vida em tê-lo aqui de braçadeira no braço e com o número 2 nas costas”.
Ainda assim, a continuidade do capitão no Estádio do Dragão não pode ser dada como garantida. Questionado diretamente sobre se Diogo Costa vai permanecer na próxima época, Villas-Boas explicou: “Não sei se vai cá estar porque é uma decisão tripartida entre proposta de um clube, o FC Porto aceitar a cláusula de rescisão ou não, e depois o atleta chegar a acordo com determinado clube. Portanto, não posso dizer que o Diogo não é dos atletas mais assediados que nós temos”.
Outro dos nomes em destaque é Rodrigo Mora, jovem talento que já foi chamado anteriormente aos trabalhos da Seleção Nacional A e que também desperta o interesse de outros emblemas. O desejo dos dragões passa por conservar o núcleo principal do plantel, embora a realidade financeira obrigue a ponderar possíveis negócios.
Nesse sentido, o dirigente portista assume que terá de encontrar um equilíbrio entre a competitividade desportiva e a estabilidade económica. “O nosso objetivo é manter a base, mas não desligando da sustentabilidade económica e financeira. Portanto, há claramente uma necessidade de fazermos tesouraria, de fazermos transferências para termos dinheiro e operarmos com as nossas responsabilidades”.
O mesmo responsável reforçou ainda que a intenção é fazer poucas alterações no plantel, mas lembrou as obrigações financeiras do clube: “O objetivo é manter a base e mexermos o mínimo possível. Nessa base estão os melhores jogadores do FC Porto, os seus melhores ativos. No nosso pensamento tem de estar pagar salários aos jogadores, pagar salários aos funcionários, cumprir com as nossas responsabilidades e cumprir com um mercado de transferências de 100 milhões de euros do ano passado”.











