Diogo Costa está inclinado a aceitar um dos desafios mais simbólicos da carreira e poderá trocar a camisola 99 pela histórica número 2. A proposta foi lançada por André Villas-Boas e representa muito mais do que uma simples mudança numérica, carregando forte peso emocional no universo portista.
Legado de Jorge Costa em cima da mesa
A ideia não é recente e ganhou força após a morte de Jorge Costa, figura incontornável da história do Porto. A camisola 2, também usada por João Pinto, representa liderança, exigência e identidade, valores que a estrutura portista entende encaixarem plenamente no perfil do atual capitão.
Apesar da predisposição positiva, a decisão está longe de ser automática. Diogo Costa mantém uma ligação forte à camisola 99, inevitavelmente associada a Vítor Baía, outro nome maior da história do clube. A escolha envolve peso emocional e o guarda-redes recebeu liberdade total para decidir sem pressões.
Continuidade no Dragão será decisiva
André Villas-Boas já assumiu publicamente o desejo de ver Diogo Costa assumir esse legado, embora reconheça que o cenário depende também da permanência do internacional português. O capitão continua a ser cobiçado no mercado e o futuro no Dragão permanece como tema sensível.
Sem dono esta temporada, a camisola 2 poderá regressar ao relvado com um novo significado. Caso aceite o desafio e permaneça no Porto, Diogo Costa assumirá um símbolo histórico que ganhou ainda maior peso depois da perda de Jorge Costa e da forte carga emocional deixada no clube.









