A memória de Diogo Jota voltou a marcar a atualidade da Seleção Nacional, desta vez na apresentação da biografia oficial do antigo internacional português. Entre homenagens emocionadas e mensagens carregadas de simbolismo, ficou a promessa de que Portugal levará para o Mundial 2026 a inspiração deixada pelo avançado.
Legado continua vivo
Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, destacou a importância de Diogo Jota no seio da equipa das quinas e assumiu que a sua memória continuará presente no grupo. “O Diogo Jota é um inspirador para a Seleção e para todos nós”, afirmou, garantindo que Portugal parte para o Mundial com ambição máxima.
“O Diogo Jota foi muitíssimo inspirador por aquilo que representava. É trazer com ele a esperança e grande vontade que tinha, fará sempre parte deste grupo. É com essa esperança que vamos para o Mundial, com a vontade de ganhar”, acrescentou o dirigente, presente na cerimónia realizada nas instalações da FPF, no Porto.
Martínez deixa promessa
Também Roberto Martínez associou o legado de Diogo Jota ao sonho português no Mundial 2026, recordando a importância do avançado em momentos decisivos da Seleção. “As equipas ganhadoras são feitas de jogadores como o Diogo Jota. A Seleção tem hoje o espírito do Diogo, ele faz parte de nós. Isto vai dar-nos força para ganhar o Mundial”, atirou.
José Manuel Delgado, autor da biografia Diogo Jota Nunca mais é muito tempo, revelou ainda um lado mais íntimo do jogador, descrevendo-o como uma pessoa simples, caseira e distante da imagem de vedeta. A obra reúne 90 testemunhos de familiares, amigos e colegas, num tributo à memória de Diogo Jota e também do irmão André.











