O concorrente da décima edição do “reality show” e jogador de futebol está no centro de uma polémica judicial que extravasou o contexto do programa para o Departamento de Investigação e Ação Penal de Mafra. O jovem, que se encontra sob o escrutínio constante das câmaras, foi alvo de uma denúncia formal.
Associação apresenta queixa ao DIAP de Mafra
Cátia Sofia, presidente executiva da Associação Supera_te, formalizou uma queixa-crime contra o participante devido a comportamentos registados durante a emissão. Em causa estão alegados indícios de violência doméstica e manipulação psicológica exercida sobre Eva, que era sua namorad quando entraram no programa, situação que a dirigente considera intolerável numa relação, mesmo em contexto televisivo.
A denúncia sustenta que Diogo Maia terá ultrapassado limites éticos e morais, utilizando um discurso que a associação classifica como depreciativo e de desvalorização emocional. Segundo a queixa enviada às autoridades, o futebolista terá maltratado a visada com palavras que, embora proferidas de forma velada, configuram um padrão de agressão psicológica que motivou a intervenção.
Especialistas apontam sinais de manipulação psicológica
A responsável pela associação explicou que a decisão de avançar para o Ministério Público se deve à necessidade de punir condutas de controlo e abuso emocional. Cátia Sofia descreveu o perfil do jogador como o de um agressor que utiliza os sentimentos alheios para benefício próprio, ignorando as barreiras impostas pela outra parte no jogo.
O caso segue agora os trâmites legais nos tribunais, podendo ter repercussões tanto na sua continuidade no formato televisivo como na sua carreira desportiva fora da casa. Enquanto a justiça analisa as provas retiradas das transmissões diárias, o percurso de Diogo Maia fica marcado por este processo criminal que levanta questões sobre os limites do entretenimento.











