A eliminação de Portugal nos oitavos de final do Mundial 2026 frente à Espanha teve consequências desportivas e financeiras. Ao falhar o objetivo de atingir as meias-finais, assumido por Pedro Proença antes do torneio, a Federação Portuguesa de Futebol viu escapar um encaixe de cerca de 10,5 milhões de euros.
Objetivo definido antes do Mundial
Antes do arranque da competição, Pedro Proença assumiu publicamente que a ambição da Seleção passava por chegar, pelo menos, às meias-finais, considerando que um percurso inferior ficaria abaixo das expectativas.
“Diria que um mau Mundial será, obviamente, não chegar acima dos quartos-de-final, mas este torneio é muito curto. Acredito que vai dar Portugal”, afirmou o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, a 6 de junho.
Prémio ficou muito abaixo do esperado
A presença entre as quatro melhores seleções do Mundial 2026 garantia um prémio mínimo de 24,5 milhões de dólares atribuídos pela FIFA. Contudo, ao cair nos oitavos de final diante da Espanha, Portugal terá direito a um prémio de apenas 14 milhões.
A diferença entre os dois valores representa um desvio de aproximadamente 10,5 milhões de euros face ao cenário previsto pela Federação Portuguesa de Futebol, tornando a eliminação ainda mais pesada para os cofres do organismo.











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