A arbitragem de Florian Badstubner no triunfo do Benfica sobre o St. Gallen, por 5-0, mereceu uma análise detalhada de Pedro Henriques, em A BOLA, e de Jorge Faustino, no Record. Os dois especialistas concordaram na maioria das decisões tomadas pelo árbitro alemão, mas divergiram num lance ainda na primeira parte, relacionado com um possível penálti a favor dos encarnados.
Penálti sobre Barreiro gera opiniões diferentes
O lance em causa aconteceu aos 19 minutos, quando Leandro Barreiro caiu na área após um contacto com Boukhalfa. Para Pedro Henriques, ficou uma grande penalidade por assinalar, considerando que o jogador do St. Gallen “empurra na zona lombar Barreiro, que tinha a bola na frente completamente controlada” e que, “por cair, ficou fora da jogada”. O antigo árbitro entende que “ficou um pontapé de penálti por assinalar a favor dos encarnados”.
Já Jorge Faustino teve uma leitura diferente do mesmo lance. O especialista do Record defendeu que Leandro Barreiro “ganhou a frente do lance mas sem tentar jogar a bola e com único intuito de aproveitar contacto nas costas para se deixar cair”, concluindo que “aceita-se a decisão de não assinalar penálti”.
Consenso nas restantes decisões da equipa de arbitragem
No restante encontro, Pedro Henriques e Jorge Faustino estiveram praticamente em sintonia. Ambos consideraram correta a expulsão de Stanic por acumulação de cartões amarelos, validaram a decisão do VAR no terceiro golo do Benfica, por a bola ter sido jogada deliberadamente por um adversário antes de chegar a Bah, e concordaram com a marcação da grande penalidade sobre Richard Ríos aos 73 minutos.
Richard Ríos entró en el minuto 66 y en el minuto 72 provocó un penalti a favor de su equipo el Benfica🤯🤯🇨🇴💛#Richardrios #SLBFCSG pic.twitter.com/6iuAHrL0aV
— 🇨🇴 Richard Rios x رتشارد ريوس (@CrisxRios) July 30, 2026
Na avaliação global, Pedro Henriques considerou que Badstübner esteve bem nos principais lances da partida, apesar do penálti que entende ter ficado por assinalar. Já Jorge Faustino atribuiu nota 4 ao árbitro alemão, classificando a exibição como “globalmente competente”, elogiando o critério técnico e disciplinar e destacando o trabalho do VAR na validação do terceiro golo do Benfica.











