A Honda deixou o circuito de Misano com sinais claros de evolução, confiança reforçada e um otimismo renovado para o que resta da temporada de 2025 da MotoGP.
A marca japonesa, que atravessa um período de reconstrução após anos difíceis na categoria rainha, aproveitou intensamente os testes coletivos realizados na segunda-feira (15), logo após o GP de San Marino e da Riviera de Rimini. As primeiras conclusões começam a surgir agora.
Sob a liderança de Alberto Puig, chefe da equipa principal, a Honda testou peças inéditas na RC213V, com especial destque na aerodinâmica e em elementos conceituais do motor e ciclística. Puig destacou que, ao contrário de fases anteriores em que a marca experimentava múltiplas soluções sem clareza nos resultados, agora existe uma linha de trabalho muito promissora.
“As últimas semanas têm sido muito positivas em termos de desenvolvimento. Estamos em linha com o plano traçado no início do ano e as atualizações estão a chegar após as férias de verão, como havíamos previsto. Estamos a testar coisas que funcionam e confiantes no progresso”, afirmou o dirigente ao site oficial da MotoGP.
Luca Marini foi o piloto de fábrica em pista durante o teste, já que Joan Mir não participou devido a dores no pescoço resultantes de uma queda sofrida na sexta-feira anterior. Marini validou várias soluções técnicas que, segundo a equipa, serão cruciais para preparar os próximos passos antes dos testes de Valência, onde os protótipos de 2026 serão vistos pela primeira vez.
Veja aqui o vídeo sobre os testes da Honda.
Além da equipa oficial, a LCR Honda também esteve em destaque, com Johann Zarco a testar uma nova carenagem dotada de uma aerodinâmica traseira redesenhada. O francês, que já deu à marca a sua única vitória da temporada — no caótico GP de França, sob condições meteorológicas adversas —, foi fundamental para recolher dados comparativos entre diferentes configurações.
Apesar da evolução, a Honda continua em situação complicada, ocupando o penúltimo lugar no Mundial de Construtores, 30 pontos acima da Yamaha, que fecha a tabela. Ainda assim, o ambiente dentro da equipa é de confiança, com a sensação de que os últimos progressos representam uma mudança de rumo num projeto que procura recuperar a competitividade perdida.
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