Em vésperas do duelo entre dragões – cujo ataque faz soar os alarmes – e canarinhos, um antigo jogador de ambos os clubes falou com a imprensa nacional.
Mangala pede ‘perdão’ ao Estoril: “Quero ver o Porto ser campeão”
Eliaquim Mangala encontra-se a disputar o campeonato da Bolívia, ao serviço do Oriente Petrolero, mas conta com uma carreira recheada, com passagens por Porto e Estoril no campeonato nacional. Esses são os clubes que se defrontam este jornada, e o jornal Record foi falar com o defesa-central internacional francês sobre o duelo – onde os azuis e brancos têm uma baixa confirmada.
“Para ser sincero, quero que o FC Porto seja campeão. Sei que tenho muitos amigos no Estoril e espero que me perdoem, mas quero o FC Porto campeão. Então vou mais para uma vitória do FC Porto. Espero que o Estoril faça um bom jogo, mas este ano quero ver o FC Porto ser campeão”, começou por dizer, explicando a ‘traição’ à sua outra antiga equipa.
Mangala está, assim, ciente da importância da partida: “É um jogo mais importante para o FC Porto do que para o Estoril, porque vai ser decisivo. A história diz que é sempre um desafio difícil, sobretudo fora, para o FC Porto, mas agora há uma pressão extra. No entanto, quem quer ser campeão tem de ganhar em qualquer lado. O FC Porto tem tudo na mão e quer ganhar. O Estoril vai jogar pela motivação, quer um bom resultado e fazer um bom jogo. Vai ser um jogo disputado e o FC Porto tem de estar ao melhor nível. Se quiser ser campeão tem de ganhar este jogo. É ‘sim ou sim'”.
Ainda sobre este duelo, o central lembrou as dificuldades histórias dos dragões: “Até no meu tempo de FC Porto, perdi no Estoril. Há uma história que não é só de hoje. No ano passado o FC Porto ganhou no Estoril, mas é verdade que essa época 23/24 foi incrível nesse sentido. Não sei se Benfica ou Sporting já ganharam três vezes ao FC Porto na mesma época. É algo que vamos lembrar sempre e em Portugal também. Fizemos história e é sempre uma boa recordação”.
A terminar, Mangala falou, também, do percurso da equipa do Estoril: “O Estoril está a fazer muitos golos, mas também sofre. Faz parte da identidade do Ian [Cathro]: um jogo ofensivo e procura envolver muitos jogadores no ataque, o que às vezes causa perda de equilíbrio. Sei que o Ian gostaria de sofrer menos golos, mas faz parte da sua filosofia de que ganha o jogo quem marca mais golos”.










