A F1 e MotoGP vão puxar dos galardões e exigir aos seus fãs decisões difíceis de tomar. Com calendários mais longos, fusos horários desafiantes, são 9 os fins de semana em que a emoção não vai dar tréguas.
A temporada de 2026, tanto para a F1 e MotoGP, promete ser uma das mais exigentes — e entusiasmantes — de sempre para os adeptos do desporto motorizado. Com ambas as modalidades a apostarem em calendários cada vez mais extensos e globais, os dois campeonatos voltam a cruzar-se em vários momentos-chave, criando fins de semana em que a gestão do comando da televisão será, para muitos, quase tão estratégica quanto uma paragem nas boxes.
À semelhança do que já aconteceu em 2025, os responsáveis de ambos os campeonatos optaram por maximizar a exposição global, o que resultou em nove fins de semana com corridas de F1 e MotoGP no mesmo dia. A boa notícia é que, graças a horários pensados para públicos internacionais e a diferenças significativas de fuso horário, será possível acompanhar praticamente toda a ação sem sobreposições críticas.

29 de março: Suzuka e Austin dão o “pontapé” de partida
O primeiro grande choque acontece logo no final de março. A F1 ruma ao exigente traçado de Suzuka, enquanto a MotoGP acelera no Circuito das Américas, em Austin. A distância geográfica joga a favor dos fãs europeus: a corrida de F1 arranca de manhã, pelas 07:00, e a MotoGP fecha o dia às 21:00. Um domingo inteiro dedicado ao desporto de alta velocidade.
12 de abril: Médio Oriente concentra atenções
Bahrain e Qatar recebem, respetivamente, F1 e MotoGP num dos fins de semana mais compactos do calendário. Com a F1 a começar às 17:00 e a MotoGP às 19:00, a transição entre modalidades será quase imediata, além de um teste à resistência dos fãs — e à fiabilidade das transmissões.
7 de junho: tradição e intensidade em paralelo
No início de junho, dois palcos bem diferentes entram em cena para a F1 e MotoGP. O circuito urbano do Mónaco acolhe a Fórmula 1, enquanto a MotoGP passa pela Hungria, numa aposta clara na expansão do campeonato de motos. A corrida de MotoGP começa às 14:00 e encaixa quase na perfeição antes da largada da F1, marcada para as 15:00, isto sem contar com imprevistos em forma de bandeiras amarelas ou vermelhas.
28 de junho: tarde cheia de velocidade
Áustria e Países Baixos são os destinos do final de junho para a F1 e MotoGP. Spielberg recebe a Fórmula 1, Assen a MotoGP. Mais uma vez, a lógica repete-se: motos às 14:00, monolugares às 15:00. Um formato pensado para manter o espectador colado ao ecrã durante toda a tarde.
13 de setembro: o regresso após a pausa de verão
Depois do interregno, o calendário regressa em força. A Fórmula 1 estreia Madrid como palco de um Grande Prémio muito aguardado, enquanto a MotoGP cumpre mais uma etapa em San Marino. Os horários mantêm-se amigos do público europeu, com uma sucessão direta de corridas.
11 de outubro: Ásia em destaque
Singapura e Indonésia protagonizam um dos fins de semana mais equilibrados do ponto de vista televisivo para a F1 e MotoGP. Esta última corre de manhã, pelas 09:00, e a Fórmula 1 ilumina a noite urbana de Singapura às 14:00. Um dia inteiro preenchido, sem necessidade de escolhas difíceis.
25 de outubro: extremos horários, mesma emoção
Estados Unidos e Austrália entram em cena num verdadeiro quebra-cabeças de fusos horários. A MotoGP obriga a madrugar, com partida às 06:00, enquanto a Fórmula 1 fecha o dia às 21:00. Um desafio logístico para os fãs, mas perfeitamente compatível para quem não quer perder nada e para aqueles que não se importarem de madrugar.
1 de novembro: das Américas ao Sudeste Asiático
México e Malásia oferecem mais um domingo completo de competição nos mundos da F1 e MotoGP. Para as máquinas de duas rodas, a ação começa às 08:00 e a F1 regressa ao horário noturno europeu, às 21:00. Cenário ideal para quem transforma o dia de corrida num ritual.
22 de novembro: um encerramento à altura
A temporada para a F1 e MotoGP termina em grande com um contraste marcante. Las Vegas recebe a Fórmula 1 ainda de madrugada, às 05:00, enquanto Valência acolhe o desfecho da MotoGP às 14:00. Um último esforço para os fãs, para o encerramento de duas temporadas, com as decisões ainda por se conhecerem ou com os títulos já completamente definidas.
Uma temporada desafiante
Apesar de à primeira vista parecer excessivo, o calendário de 2026 mostra uma coordenação cuidadosa entre horários e mercados. A sobreposição existe, mas raramente impede o acompanhamento integral das duas competições. Para os adeptos, o desafio não será escolher entre F1 e MotoGP, mas manter o ritmo ao longo de uma temporada intensa, longa e, literalmente, numa volta ao mundo global.











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