O futuro de Gonçalo Borges está decidido. O extremo de 24 anos vai deixar o FC Porto para assinar contrato com o Feyenoord, numa transferência que garante à SAD portista um encaixe de 9 milhões de euros fixos, acrescidos de 2 milhões em objetivos. Um dos bónus definidos no acordo está, aliás, muito próximo de ser atingido, o que pode elevar o montante final para os 11 milhões de euros.
Apesar de ter recebido uma proposta mais vantajosa financeiramente do Botafogo, do Brasil — que incluía um salário cinco vezes superior ao que auferia no Dragão —, Gonçalo Borges optou por continuar a carreira na Europa. O desejo de permanecer perto da família acabou por pesar na decisão, que o levará agora a Roterdão, para vestir a camisola do vice-campeão neerlandês.
FC Porto recusa oferta superior do Botafogo
A proposta do Botafogo incluía 10 milhões de euros a título fixo, além de uma percentagem dos direitos económicos do médio-defensivo Kauê Rodrigues. No entanto, tanto o jogador como a SAD liderada por André Villas-Boas mostraram-se mais recetivos à solução proposta pelo Feyenoord. A estrutura azul e branca vê com bons olhos a continuidade do jogador no futebol europeu, onde poderá ainda valorizar-se.
Primeira experiência fora de Portugal
Formado no Olival, depois de passagens pelas camadas jovens do Benfica, Gonçalo Borges prepara-se para a sua primeira experiência no estrangeiro. Com tudo acertado entre os clubes e o jogador, o extremo já não irá integrar o estágio do FC Porto na Áustria, que começa na próxima segunda-feira. A viagem para os Países Baixos deve acontecer nas próximas horas.
Em 2023/24, Borges somou 26 jogos na Liga portuguesa, marcando dois golos e fazendo três assistências. Utilizado de forma intermitente ao longo da época, revelou-se importante sobretudo nas transições ofensivas com a sua velocidade e capacidade de desequilíbrio.







