A busca do Benfica por um novo extremo-direito sofreu um revés significativo. As elevadas exigências financeiras do Feyenoord puseram um ponto final nas negociações por Anis Hadj Moussa, e as águias preparam-se agora para virar-se para outros alvos no mercado de transferências.
Depois de a contratação de João Félix não se ter concretizado e de Bruma ter sofrido uma lesão grave na Eusébio Cup, o treinador Bruno Lage tem procurado uma nova solução para a ala direita. Contudo, o Feyenoord exigia um encaixe na ordem dos 30 milhões de euros para libertar Hadj Moussa a médio prazo.
Esta pretensão do clube holandês foi considerada excessiva pela SAD encarnada, que decidiu, face a este cenário, desistir do negócio. A prioridade de reforçar o ataque mantém-se, mas agora com a necessidade de explorar novas opções para preencher a lacuna no plantel. O Benfica terá de ser ágil para encontrar uma alternativa que se ajuste às suas necessidades desportivas e financeiras.






