O ponta-de-lança formado no clube da Luz deixou as águias a custo zero, e esta temporada leva 22 golos em 32 jogos ao serviço do Midtjylland. Recordar que os jovens encarnados caíram, hoje, na UEFA Youth League.
Franculino Djú queria dar o salto
o jovem avançado, natural da Guiné-Bissau, concedeu uma extensa entrevista ao Flashscore, onde abordou a sua temporada, mas também a saída do Benfica, que aconteceu a custo zero, rumo à Dinamarca.
“Gosto muito do Benfica e do Seixal. Foi difícil tomar essa decisão, mas senti que precisava de algo mais. Acreditei que podia dar o salto naquele momento (…). Podia acontecer mais tarde, até podia ser um passo precipitado para a minha carreira, mas eu queria naquele momento. Achei que estava preparado. Eles acharam que não e segui outro caminho”, começou por explicar o jovem avançado.
Franculino Djú prosseguiu: “Na minha cabeça, era continuar a trabalhar. Sempre acreditei muito em mim. Cheguei aqui e continuei a trabalhar e as coisas aconteceram (…). Arrependimento não acredito. O Benfica tem sempre muitos bons jogadores, muitos bons miúdos”.
Sobre a escolha pelo Midtjylland, o jovem guineense atirou: “Vi aqui uma boa oportunidade e acabei por vir. O clube oferece excelentes condições, aposta nos mais jovens e senti que era o contexto certo para crescer. Acho que melhorei na parte defensiva, no jogo aéreo e também fisicamente. Sinto-me cada vez melhor e isso ajuda muito”.
Vai, agora, na terceira época na Dinamarca, depois de deixar as águias com apenas 18 anos. No primeiro ano fez 17 golos em 23 jogos, na temporada seguinte 16 em 41. Esta época leva 22 tentos em 42 partidas, o seu melhor registo até ao momento.
“Quero que se lembrem de mim. Acho que tenho feito as coisas bem. (…) O objetivo é ser campeão e estamos a trabalhar para isso. Acredito que tudo vai correr bem. Vamos dar o máximo”, explicou Franculino Djú.
A terminar, o ponta-de-lança falou, brevemente, do futuro: “Não vejo muito as notícias, mas é uma coisa boa. Significa que estou a fazer um bom trabalho. Vou continuar a trabalhar para que isso continue a acontecer. (…) Quero ganhar a Liga dos Campeões. Ser o melhor do mundo? Não penso muito nisso, porque não depende só de mim. Quero divertir-me a jogar, continuar a fazê-lo e ganhar muitos títulos”.








