Frederico Silva mostrou-se satisfeito com a confirmação da presença na fase de qualificação de Roland Garros, segundo torneio do Grand Slam da temporada. O tenista português, atualmente no 238.º lugar do ranking ATP, regressa assim a um dos maiores palcos do circuito, depois de uma ausência prolongada marcada por vários contratempos.
Objetivo cumprido para o português
“É uma boa notícia. Sabia que tinha possibilidade de entrar, dependendo de desistências de outros jogadores e dos ‘wild cards’ que seriam atribuídos para o quadro principal. Mas obviamente que ontem, quando soube, fiquei bastante contente, porque acabou por ser a confirmação do que estava à espera e queria”, afirmou Frederico Silva à Lusa.
O jogador de 31 anos admitiu que Roland Garros era uma meta importante para esta temporada, embora garantisse que a eventual ausência não afetaria a motivação. “Roland Garros era um objetivo para este ano, mas não era o único, nem o último objetivo”, explicou, revelando que já pensava na qualificação para Wimbledon caso falhasse Paris.
Regresso após anos complicados
A presença no qualifying de Roland Garros assinala o regresso de Frederico Silva aos torneios do Grand Slam pela primeira vez desde o Open dos Estados Unidos de 2023. Pelo meio, o português enfrentou um período difícil, marcado por uma operação ao ombro e pela suspensão que afetou a última temporada competitiva.
“Passou bastante tempo. Fui operado ao ombro, depois foi a questão da suspensão ano passado, por isso foram anos complicados e atípicos”, confessou. Em Paris, Frederico Silva junta-se a Jaime Faria e Henrique Rocha na fase de qualificação, enquanto Nuno Borges já tem presença garantida no quadro principal do torneio francês.






