Espanhol apenas chegou aos azuis e brancos nos últimos meses já sabe da responsabilidade de jogar nos dragões.
Não foi preciso muito tempo após a sua chegada para que Gabri Veiga se tornasse numa das peças fundamentais do xadrez do FC Porto.
O médio ofensivo espanhol tem sido um dos principais da formação azul e branca, onde tem um papel de importância no futebol praticado pela equipa de Francesco Farioli. Ainda assim, essa não é a única responsabilidade a que o jovem de 23 anos tem desde a sua chegada aos dragões.
Em entrevista ao diário Marca, Gabri Veiga falou da sua adaptação ao futebol português depois de uma passagem pela Arábia Saudita, tendo em conta o peso da responsabilidade de jogar no FC Porto: “Quando entras aqui é que dás conta da grandeza que tem o FC Porto. Só aí percebes a pressão que é estar a jogar a Europa e numa liga muito competitiva, carregar o peso de uma cidade que te segue, embora não tenha sido uma descoberta, porque já tinha noção dessa grandeza”.
Apesar de rumar ao campeonato da Arábia Saudita ainda muito jovem, o criativo de 23 anos não está arrependido da sua decisão, uma vez que lhe abriu portas para jogar nos dragões: “Nunca me vou arrepender de ter ido para a Arábia, porque na altura era a melhor decisão para mim. Procurei aquela que era melhor desportivamente para mim, até porque me concederam um contrato curto e bastante flexível. Assim, possibilitou-me este ano regressar à Europa, para um clube grande, como é o FC Porto”.
Em jeito de conclusão, Gabri Veiga mostrou que tem o seu coração dividido entre duas das equipas que ameaçam à conquista da Liga Europa, FC Porto e, o seu antigo clube, Celta de Vigo: “Seria como me espetarem uma faca no peito, preferia que não acontecesse. Mas se acontecer, claro que queria ganhar. Por mim, quero que o FC Porto ganhe todas as competições onde está e que o Celta ganhe a Taça do Rei, já que a La Liga é muito difícil”.









