Empresário português conduz um Ford Puma Rally1 e encara o Rali de Portugal com humor e entusiasmo
O piloto português Diogo Salvi, de 55 anos, está a viver uma experiência rara e especial no Rali de Portugal 2025, ao volante de um Ford Puma Rally1 de fábrica — o mesmo tipo de carro utilizado pelos nomes mais sonantes do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC). Apesar de estar longe dos lugares da frente, Salvi tem conquistado simpatia pelo espírito com que participa na prova.
Um ritmo modesto… e assumido
No final da manhã de sexta-feira, Salvi ocupava o 44.º lugar da classificação geral, a mais de quatro minutos de Ott Tänak, líder da prova. À frente do empresário estavam vários pilotos nacionais como Armindo Araújo, José Pedro Fontes, Pedro Meireles ou Ricardo Teodósio.
Apesar do atraso, o piloto foi o primeiro a reconhecer a sua falta de ritmo:
“De início estava três vezes mais lento. O meu ritmo tem vindo a aumentar um pouco.”
“Cumprimentar os adeptos é muito importante!”
Com um estilo bem-humorado e descontraído, Salvi explicou que a sua prioridade também passa por retribuir o carinho do público que acompanha o rali nas serras:
“Estou a tentar conhecer o carro. Mas também tenho de cumprimentar os adeptos, essa parte é muito importante!”
A frase arrancou sorrisos e mostrou a faceta mais humana e apaixonada do automobilismo — sobretudo numa prova tão emblemática como o Rali de Portugal.
Uma estreia em grande… sem pressão
Diogo Salvi é o primeiro piloto português a alinhar com um carro Rally1 desde 2012, marcando presença com um modelo de fábrica numa competição dominada por equipas oficiais e pilotos profissionais. A sua abordagem “gentleman driver” é, por isso, distinta e muito bem recebida entre adeptos e especialistas.
Com um percurso marcado por participações pontuais em provas nacionais, Salvi encara esta aventura no WRC como uma oportunidade única de evolução pessoal e convívio com os fãs.



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