Gonçalo Ramos abordou as acusações de racismo dirigidas a Prestianni, alegadamente proferidas por Vinícius Júnior, na primeira mão do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões entre Benfica e Real Madrid. O avançado do Paris Saint-Germain não ficou indiferente ao episódio ocorrido no Estádio da Luz.
Gonçalo Ramos: “Se aconteceu, é condenável”
“A verdade é que não há, pelo que dizem, provas de que aconteceu mesmo. Mas, se aconteceu, é condenável e temos de evitar este tipo de comportamentos”, afirmou o internacional português, no podcast Cala-te Boca, da Mega Hits. O jogador defendeu ainda que a provocação faz parte do desporto, desde que não ultrapasse certos limites.
Gonçalo Ramos sublinhou a necessidade de equilíbrio emocional dentro de campo. “Tem de haver uma linha. Somos todos inteligentes o suficiente para perceber que há uma linha para não ultrapassar”, referiu, destacando a importância de distinguir entre competitividade e ofensa.
Ligação eterna ao Benfica e origem do festejo
Durante a entrevista, o avançado de 24 anos reforçou também a ligação ao clube da Luz. “Sou um dos produtos do Benfica. Tudo o que faço e sou hoje, não só no futebol, tem a ver com o Benfica. É impossível não dizer que sou marca Benfica”, confessou.
Ramos explicou ainda a origem do seu icónico festejo das ‘pistolas’. “O meu pai disse-me que, se queria ser ponta de lança, tinha de ter um festejo único. Fiz assim num jogo e ficou até hoje. É um festejo que os miúdos gostam”, concluiu o jogador do PSG.









