A sexta-feira do Grande Prémio da China revelou-se um verdadeiro pesadelo para Max Verstappen. O tetracampeão mundial não foi além do oitavo lugar na qualificação para a corrida sprint do GP China F1 2026, confirmando as dificuldades que já tinha sentido na única sessão de treinos livres do fim de semana, onde ficou muito longe da frente.
Falta de aderência deixa Red Bull em apuros no GP China F1 2026
Este fim de semana temos o GP da China, e começou mal para a RedBull. Verstappen foi categórico ao descrever o seu dia como um “desastre” em termos de ritmo de pista. O piloto da Red Bull terminou a sessão a uns expressivos 1,8 segundos de distância da marca estabelecida por George Russell, que dominou as operações com o seu Mercedes. O neerlandês queixou-se da “condução horrenda” do seu RB22, admitindo que o carro está ingovernável.
“O dia inteiro foi um desastre. Não há aderência nem equilíbrio, estamos a perder quantidades massivas de tempo nas curvas”, lamentou o piloto da Red Bull. Durante a qualificação sprint, o défice de Verstappen para Russell só piorou, aumentando de 1,140 segundos na primeira fase (SQ1) para uns impressionantes 1,734 segundos na fase decisiva (SQ3) do GP China F1 2026.
Red Bull sem soluções imediatas para a “selva” de Xangai
A situação na equipa austríaca é de grande preocupação para o GP China F1 2026, com o colega de equipa Isack Hadjar a terminar ainda mais longe, na 10.ª posição. Questionado sobre se poderia tentar uma configuração mais agressiva para a qualificação principal, Verstappen mostrou-se pouco otimista: “Vamos ver. Honestamente, neste momento não sei o que podemos fazer”.
O piloto já tinha chegado à China com baixas expectativas, apesar de ter vencido neste circuito em 2024. Verstappen descreveu o atual momento da Fórmula 1 como “uma selva” e admitiu que, de momento, a Red Bull não tem argumentos para lutar com os carros da frente, sendo incapaz de acompanhar o ritmo avassalador demonstrado pela Mercedes.









