O Porto – que foi novamente atacado por Frederico Varandas – apresenta um dado revelador na temporada 2025/26: a distribuição de golos por quase todo o plantel. À exceção de Jakub Kiwior, Thiago Silva e Prpic, todos os jogadores de campo já marcaram, evidenciando um modelo coletivo.
Democracia ofensiva marca época do Porto
A equipa orientada por Francesco Farioli não depende apenas de um goleador. O conceito de “democracia do golo” reflete-se nos números, com vários jogadores a contribuírem de forma consistente, tornando o ataque menos previsível e mais difícil de travar pelos adversários.
Samu lidera a lista com 20 golos, seguido por William Gomes, com 13, enquanto Victor Froholdt soma oito. Logo atrás surgem Gabri Veiga e Rodrigo Mora.
Reforços também fizeram a diferença
No mercado de inverno, o Porto reforçou-se com várias peças que rapidamente deram resposta. Oskar Pietuszewski, Fofana e Terem Moffi já marcaram, enquanto Thiago Silva continua à procura do primeiro golo nesta fase da época.
A diversidade de marcadores confirma uma das maiores forças do Porto esta temporada: a capacidade coletiva de decidir jogos, mesmo sem depender exclusivamente de um homem-golo, algo que tem permitido à equipa manter-se competitiva em todas as frentes.











