Jogador terminou a carreira há poucos meses, mas volta a estar no centro da polémica, tal como sucedeu muitas vezes quando estava em atividade. Prestianni também foi ‘apanhado’ e pode estar em maus lençóis.
Dimitry Payet acusado por ex companheira
Dimitri Payet, antigo internacional francês, enfrente graves acusações por parte da sua antiga companheira, Larissa Ferrari. O caso, que remonta a 2025, voltou à tona, devido à reabertura do processo.
O jogador esteve ao serviço do Vasco da Gama nos últimos meses da carreira, altura em que se terá dado a relação, entre agosto de 2024 e março de 2025. A denunciante acusa Payet de “violência física, psicológica e sexual”, e relata ainda episódios “humilhantes e violentos” onde se sentiu “emocionalmente violada”: “Durante o sexo, começou a castigar-me, a bater-me, a pisotear-me a cara”.
“Não tinha outra escolha, nem dignidade. Apenas uma imposição brutal e repugnante por parte de um homem que se achava no direito divino de me possuir, abusar de mim e descartar-me”, acrescentou ainda a mulher que faz a acusação ao antigo internacional francês.
O processo tinha sido arquivado, mas foi agora reaberto, por alegados danos morais. As autoridades apontam para “atitudes e comentários degradantes, bem como atos de humilhação e manipulação”. Larissa Ferrari fala mesmo em situações de violência física e sexual, que pode provar com documentos, imagens e conversas.
Payet conta uma história diferente. O jogador nega todas as acusações, e a sua defesa explica que as práticas descritas eram “não convencionais”, mas que tal terá partida da iniciativa da antiga companheira do joagdor.
O processo está agora nas mãos do sistema judicial brasileiro, que vai decidir se Payet vai ser posto perante um juiz, em julgamento. Larissa Ferrari tem clara a sua posição: “Todos os dias suporto a vergonha e a humilhação. Espero que o Dimitri seja condenado. Quero que isto sirva de exemplo para todos aqueles que se calam perante os abusos”.










