Um ranking surpreendente revela onde ver a F1 ao vivo custa menos — e onde o orçamento pode realmente disparar.
A temporada de F1 de 2026 arranca em março, com o GP da Austrália, como uma nova era da categoria, graças à introdução de regulamentos técnicos totalmente renovados. Carros diferentes, corridas mais equilibradas, pelo menos em teoria e, segundo a FIA, um forte objetivo: atrair públicos recorde aos circuitos. Mas quanto custa, afinal, assistir a um GP de F1 ao vivo em 2026? É barato, caro ou uma surpresa?
Save the date 🔒
— Formula 1 (@F1) June 10, 2025
Presenting the 2026 Calendar 🗓️
24 races across the world to crown our champion 🏆#F1 #Formula1 pic.twitter.com/4xe7e8MPM6
Regras de como foram calculados os custos
Os valores que agora começam a surgir nas redes sociais, foram partilhados a partir de uma análise realizada pelo fotógrafo de F1 Kym Illman, que explicou o método num vídeo publicado no YouTube. Ficaram de fora todas as despesas com voos, alimentação e transportes locais. Importa ainda sublinhar que, em alguns casos, foram utilizados preços de referência do ano de 2025, uma vez que nem todos os bilhetes para 2026 se encontram já à venda. O cálculo teve como base:
- Bilhete geral de três dias, portanto, para o fim de semana completo;
- Quatro noites de alojamento;
- Pesquisa feita através das plataformas Hotels.com e GP Destinations.
Ranking dos Grandes Prémios de F1 2026: do mais barato ao mais caro
🟢 Os mais acessíveis
- Grande Prémio da China – £86
O mais barato do calendário. Bilhetes rondam as £50 tornando Xangai como a opção mais económica. - Grande Prémio do Azerbaijão – £142
Baku oferece corridas imprevisíveis, num circuito citadino longo e técnico e sempre muito inesperado. - Grande Prémio do Brasil – £184
Um dos palcos mais entusiasmantes e com mais história da temporada, apresenta preços ainda relativamente contidos. - Grande Prémio da Arábia Saudita – £210
Corrida noturna num dos circuitos mais rápidos da F1. - Grande Prémio do México – £216
Ambiente intenso e uma das pistas mais apreciadas pelos pilotos. - Grande Prémio do Qatar – £219
- Grande Prémio do Bahrain – £248
🟡 Preço intermédio
- Grande Prémio do Japão – £288
Suzuka mantém-se como um dos circuitos mais técnicos do mundo. - Grande Prémio do Mónaco – £333
É possível “fazer Mónaco” com um orçamento minimamente controlado, mas ficando fora do principado. - Grande Prémio da Austrália – £361
Abertura da temporada em Melbourne, sempre muito concorrida. - Grande Prémio de Itália – £415
Monza continua a ser um destino obrigatório para os fãs da F1. - Grande Prémio da Hungria – £444
- Grande Prémio do Canadá – £448
- Grande Prémio de Miami – £449
🔴 Os mais caros do calendário
- Grande Prémio de Madrid – £494
Estreia absoluta no calendário de 2026, com preços elevados, já desde o início. É uma estreia no mundial, num circuito citadino e, por conseguinte, com valores mais elevados. - Grande Prémio de Las Vegas – £503
Um espetáculo dentro e fora da pista, mas com bilhetes e alojamento caros. - Grande Prémio dos Estados Unidos (Austin) – £528
- Grande Prémio de Barcelona – £547
- Grande Prémio de Singapura – £561
A corrida noturna mais cara da Ásia. - Grande Prémio dos Países Baixos – £584
Últimas edições no calendário ajudam a inflacionar os preços. - Grande Prémio da Bélgica – £596
Spa continua a ser um clássico… e um dos mais caros. - Grande Prémio de Abu Dhabi – £900
Habitualmente o final da temporada, com grande procura mediática. - Grande Prémio da Grã-Bretanha – £1011
Silverstone mantém-se entre os eventos mais dispendiosos. - Grande Prémio da Áustria – £1288
O mais caro de 2026, sobretudo devido ao elevado custo do alojamento.
Planeamento é a chave para ver F1 em 2026
É um ranking algo curioso, com valores inesperados para cima e outros com valores mais modestos, mostra que ver F1 ao vivo não é um luxo exclusivo, mas exige escolhas estratégicas. Enquanto alguns Grandes Prémios continuam acessíveis, outros tornaram-se verdadeiros eventos premium.











