O lateral português viveu um autêntico sábado de pesadelo em França que terminou da pior forma possível.
João Ferreira foi expulso na primeira parte do jogo frente ao US Boulogne e, num momento de fúria cega no balneário, desferiu um murro numa parede que resultou numa fratura grave na mão direita e numa cirurgia de urgência.
De acordo com as informações detalhadas pelo jornal ‘L’Équipe’, o ex-jogador do Sp. Braga e do Benfica não conteve a frustração após ver o cartão vermelho direto. O impacto violento contra a parede do balneário obrigou o defesa a ser operado logo no domingo, prevendo-se agora um período de paragem que poderá ditar o fim antecipado da sua temporada ao serviço do Saint-Étienne.
Época em risco e paragem prolongada
Embora as estimativas iniciais apontem para, pelo menos, dois meses de ausência, fontes próximas do clube admitem que a gravidade da lesão pode ser superior. Se a paragem for mais prolongada, João Ferreira, que chegou este verão proveniente do Watford, dificilmente voltará a pisar os relvados antes de 2026/27, desfalcando os “Verts” num momento crucial da Ligue 2.
Chicotada psicológica e novo comando
O incidente ocorreu num contexto de crise profunda para o Saint-Étienne. A derrota por 1-0 frente ao Boulogne não só custou a lesão insólita do João Ferreira, como provocou a demissão imediata do técnico Eirik Horneland. A direção agiu rápido e já oficializou Philippe Montanier para assumir o comando da equipa, tendo este agora a difícil tarefa de reorganizar um balneário marcado por este episódio caricato.






