Um negócio que parecia fechado caiu no último minuto na Luz por culpa do treinador dos encarnados.
O “acordo total” desfeito pelo Special One
De acordo com os detalhes revelados pela imprensa espanhola através do jornal “A Marca”, o Maiorca tinha alcançado um entendimento pleno tanto com a direção das “águias” como com o próprio Andreas Schjelderup. O clube das Baleares via no jovem de 21 anos o reforço ideal para o seu ataque, oferecendo-lhe a titularidade que o norueguês procura. No entanto, no momento da assinatura, José Mourinho vetou a operação, garantindo que o atleta é essencial para o sucesso do Benfica na segunda metade da época.
A mudança de planos de José Mourinho terá sido impulsionada pela afirmação europeia do jovem norueguês. Os golos de Schjelderup na vitória por 4-2 frente ao Real Madrid, na Liga dos Campeões, provou a Mourinho que o talento do camisola 21 é demasiado valioso para ser cedido a meio da temporada, mesmo com a pressão do mercado.
O dilema de Schjelderup e o Mundial 2026
Apesar da confiança pública de José Mourinho, a decisão deixa o jogador numa posição delicada. Com contrato até 2028, o internacional norueguês soma apenas sete titularidades no campeonato nacional e desejava a mudança para o Maiorca para ganhar ritmo competitivo antes da cita mundialista de junho, nos EUA, México e Canadá.
Para além do interesse espanhol, Schjelderup tinha outras propostas em cima da mesa:
- Série A Italiana: Convites formais do Parma e do Como.
- Liga Belga: O Club Brugge tentou a contratação até à última hora.
Aposta na continuidade na Luz
Com a porta do Maiorca definitivamente fechada por ordem do treinador, resta agora a Andreas Schjelderup lutar por um lugar cativo no onze encarnado. A decisão de José Mourinho sinaliza que o técnico pretende gerir o talento do norueguês de forma mais intensiva, especialmente perante o calendário sobrecarregado que o Benfica enfrenta nas competições europeias e internas.







