Neozelandês começou a temporada na marca austríaca, mas acabou relegado para a Racing Bulls.
Liam Lawson recordou o seu tempo na Red Bull.
O neozelandês começou a temporada 2025 ao serviço da equipa austríaca, mas ao fim de duas corridas, tornou-se numa das mais recentes vítimas do segundo carro da marca, tendo um destino semelhante como os de Pierre Gasly, Alex Albon ou, o homem que o substituiu, Yuki Tsunoda.
Depois de apenas dois GPs ao volante de um Red Bull, Liam Lawson acabou relegado para a equipa satélite da marca de bebidas energéticas, Racing Bulls, lamentando o seu curto espaço de tempo na equipa principal: “Gostava de pensar que, com o tempo certo, teria conseguido perceber melhor o carro, sinceramente. Duas corridas foram tão curtas que nem sequer me recordo bem dela”.
Relativamente ao seu tempo com a Racing Bulls, o neozelandês mostrou-se satisfeito com a garantia de ter uma vaga assegurada para a temporada 2026 de Formula 1, algo que ainda não tinha acontecido nas suas recentes passagens na categoria: “É provavelmente mais um alívio do que outra coisa saber qual vai ser o meu futuro. Também é bom chegar ao último fim de semana já a saber isso. Nem me lembro da última vez que tive essa tranquilidade. É entusiasmante poder entrar no próximo ano e passar a pré-época com um plano definido”.
Em jeito de conclusão, Liam Lawson ainda teve tempo de falar sobre Yuki Tsunoda, que após terminar a sua temporada ao serviço da Red Bull, estará fora do grid para a temporada 2026: “É complicado para o Yuki, porque sinto o mesmo por qualquer pessoa que fica fora da Formula 1 depois de lutar tanto para lá chegar. Mas, ao mesmo tempo, há muitos que nunca têm essa oportunidade. Ele teve alguns anos no desporto e isto é um jogo muito duro, algo que eu próprio já aprendi”.










