FC Porto viu arquivada acusação de relatórios omissos e ameaças no caso contra Veríssimo.
O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), mandou arquivar a queixa que o FC Porto moveu contra o árbitro Fábio Veríssimo, na sequência do polémico FC Porto-Sp. Braga, mas que teve por base o Arouca-FC Porto, também dirigido pelo juiz de Leiria.
Na generalidade, o FC Porto acusou Fábio Veríssimo de ter dirigido a um dirigente do clube declarações ameaçadores e provocatórias e de ter omitido factos no seu relatório, em ambos os casos no Arouca-FC Porto, bem como de inexatidão no relatório do jogo contra o Sp. Braga, no Dragão.
O gestor executivo e habitual delegado aos jogos dos Dragões, Henrique Monteiro, é figura central neste processo. E foi o seu testemunho que desencadeou o processo. Segundo aquele dirigente do FC Porto, quando se dirigiu ao balneário de Fábio Veríssimo, no final do jogo em Arouca da 7.ª jornada da Liga Portugal Betclic, para lhe desejar um resto de boa época, ouviu do árbitro as seguintes palavras entendidas como ameaças: “Engenheiro Luís Gonçalves, está perdoado. Volte que está perdoado” e “você precisa de aprender, precisa de ser expulso uma ou duas vezes para aprender”.
Na acusação, o FC Porto revela que essas interações não foram relatadas no relatório do árbitro e que a sua omissão “compromete a verdade do relatório”.










