Entenda os motivos
O diretor-geral do Benfica, Mário Branco, dirigiu-se ao balneário da equipa de arbitragem após o encontro frente ao Arouca para manifestar o seu descontentamento com a atuação do árbitro José Bessa, pertencente à Associação de Futebol do Porto.
Segundo relatos, o dirigente encarnado mostrou particular insatisfação com aquilo que considerou ser uma falta de uniformidade nos critérios disciplinares ao longo da partida. Um dos momentos que motivou maior contestação foi o cartão amarelo exibido a António Silva. O capitão benfiquista aproximava-se do árbitro no momento em que foi admoestado, sem que, de acordo com a versão apresentada pelos responsáveis do clube, tivesse proferido qualquer protesto.
Essa advertência tem consequências diretas para o próximo compromisso das águias, uma vez que o defesa-central ficará impedido de participar no duelo diante do Vitória de Guimarães, a contar para a jornada seguinte.
Outro lance que gerou desconforto entre os responsáveis do Benfica ocorreu aos 14 minutos de jogo. Nessa altura, o árbitro terá afastado fisicamente Samuel Dahl quando o jogador se aproximava de um atleta do Arouca que se encontrava caído no relvado. A atitude de José Bessa foi considerada desnecessária pela comitiva encarnada.
Perante estes episódios, Mário Branco fez questão de transmitir pessoalmente o desagrado ao juiz da partida. A abordagem deverá agora constar no relatório oficial elaborado pelo árbitro, de 30 anos, após o encontro.










