Equipa de arbitragem liderada por Gustavo Correia
O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) decidiu aumentar para 25 dias a suspensão aplicada a Mário Branco, diretor-geral do Benfica, na sequência dos incidentes ocorridos após o encontro entre Famalicão e Benfica, referente à 32.ª jornada da Primeira Liga.
Sanção agravada após conclusão do processo
A decisão surge após a conclusão do processo disciplinar instaurado ao dirigente encarnado. Inicialmente suspenso preventivamente por um período de 20 dias, Mário Branco viu agora a pena ser agravada para 25 dias.
Declarações dirigidas à equipa de arbitragem
O caso teve origem em alegadas palavras dirigidas à equipa de arbitragem liderada por Gustavo Correia, registadas no relatório oficial do árbitro após a partida disputada a 2 de maio. As expressões utilizadas foram consideradas ofensivas pelos órgãos disciplinares da FPF.
Multa superior a três mil euros
Além da suspensão, o dirigente do Benfica foi também condenado ao pagamento de uma multa de 3.876 euros. O valor da coima foi agravado devido à existência de antecedentes disciplinares, circunstância que pesou na decisão final do Conselho de Disciplina.
Consequências para o dirigente encarnado
Com esta deliberação, Mário Branco ficará impedido de exercer funções oficiais durante o período estabelecido, numa sanção que reflete a gravidade dos factos apurados e a reincidência disciplinar considerada pelas autoridades competentes.










