Ousmane Diomande continua bem encaminhado para reforçar o Nottingham Forest, mas a transferência ainda está longe de ficar concluída. O Sporting mantém-se firme nas exigências financeiras e as negociações decorrem a um ritmo mais lento, muito por culpa de Evangelos Marinakis, proprietário do clube inglês e conhecido pela forma como conduz este tipo de processos.
Negociações prolongam-se
Os leões não admitem vender o internacional costa-marfinense por menos de 40 milhões de euros fixos. Além desse valor, a SAD liderada por Frederico Varandas pretende incluir bónus que possam elevar o negócio até aos 45 milhões de euros, bem como garantir 10 por cento da mais-valia de uma futura transferência. Do outro lado, o Nottingham Forest continua a tentar reduzir o montante fixo exigido pelo Sporting.
A presença de Evangelos Marinakis nas negociações é apontada como um dos fatores que tem contribuído para o compasso de espera. O multimilionário grego, acionista maioritário do Nottingham Forest, é conhecido por ser um negociador exigente e já no verão passado protagonizou um processo semelhante com o Sporting. Na altura, as longas negociações por Jota Silva prolongaram-se até ao fecho do mercado e a transferência acabou por cair nos últimos minutos.
Saída cada vez mais próxima
Apesar do ritmo lento, as conversas entre os dois clubes prosseguem. A boa relação entre Bernardo Morais Palmeiro, diretor geral do Sporting, e Marinakis, construída durante a passagem do dirigente leonino pelo Rio Ave, poderá facilitar um entendimento. Ainda assim, não existe qualquer garantia de que o negócio fique fechado antes do encontro particular entre Sporting e Nottingham Forest, agendado para sexta-feira, no Estádio Algarve.
Contratado ao Midtjylland em 2023, depois de uma passagem por empréstimo pelo Mafra, Diomande representou um investimento total de 14,5 milhões de euros para o Sporting. Caso a transferência para a Premier League se concretize pelos valores pretendidos pelos leões, o clube de Alvalade garantirá uma das maiores mais-valias dos últimos anos, embora tenha de entregar 10 por cento dessa mais-valia ao emblema dinamarquês, conforme o acordo celebrado entre as partes.










