Piloto português foi visitado pela equipa da WSBK, e abordou vários tópicos, desde a mudança para o novo campeonato, até à vida familiar. Relembrar que o atleta luso corre, em breve, em Assen.
Miguel Oliveira: “Gosto do impossível, porque lá há menos competição”
Os canais oficias do WSBK aproveitaram o Grande Prémio do Algarve para fazer uma visita ao piloto português, que abriu as portas de sua casa e contou um pouco mais da sua vida aos adeptos internacionais.
Numa entrevista conduzida em inglês, o falcão começou por falar da mudança para a WSBK, que descreveu como “recompensadora”. Comentou o campeonato, que considera ter “alto nível”, mas também “condutores competentes”, “motas muito equilibradas”, e onde vê um alto “potencial” para si próprio.
Miguel Oliveira confessou-se “muito entusiasmado” com a nova equipa, e falou sobre como é correr em casa: “Para mim, como português, é muito difícil explicar como experiencio o grande prémio em casa. Tem havido muito interesse, e há muita paixão entre os adeptos. É um privilégio e uma honra, mas também uma responsabilidade de os fazer orgulhosos”.
Depois, o piloto luso abriu a porta à vida familiar, começando por explicar que quando sai “da mota”, tenta “não ser piloto, nem pensar como um piloto”. A reportagem visitou a casa do português, e ouviu também a sua mulher.
A terminar, o falcão falhou dos filhos, e da sua missão como pai: “Não tenho ambições de que eles estejam orgulhosos de mim por ter conduzido motas. Quero que se lembrem que fui o melhor pai que consegui. Se a isso conseguir juntar algum titulo, ótimo”. Nos últimos instantes, destacou uma frase que leva como mantra: “Gosto do impossível, porque lá há menos competição”.
Confira, aqui, o vídeo da reportagem sobre o piloto português:
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