Piloto português conseguiu o terceiro lugar na Race 1, no circuito algarvio, no campeonato de WSBK.
Miguel Oliveira lembra triunfo durante o Covid
Em declarações aos microfones da Sporttv, o falcão comentou o terceiro lugar na Race 1 do WSBK Portimão, e lembrou a conquista em Portimão, na MotoGP, na altura em que não eram permitidos adeptos nos recintos devido ao Covid.
“Esta corrida deixou o coração um bocadinho mais quente do que aquela feita sem público por altura do Covid. Mesmo que seja no degrau mais pequenino do pódio. Sim, compensa um bocadinho. Talvez tenha sido pouco conservador no início. Fui ultrapassado, tentei recuperar, mas a distância era aquela e não havia mais a fazer”, começou por explicar Miguel Oliveira.
O condutor da mota 88 prosseguiu, abordando as corridas de domingo, e o domínio das Ducati: “Requer algum trabalho de fundo muito no detalhe. Já na qualificação tive muita dificuldade no último setor. Perco algum tempo no miolo da pista, mas não é muito e aquilo que perco em proporção no último setor são duas curvas, mas tenho gostado bastante no tempo por volta e estava à espera disso na corrida”.
“Ainda assim pensei que se estivesse perto o suficiente com o cone de ar conseguisse recuperar essas décimas nas duas últimas curvas. Mas a corrida também foi estranha. parece que ficou tudo decidido ali nas primeiras 3,4,5 voltas. Os destaques foram criados e depois foi um bocadinho a seguir o ritmo… Difícil, muito difícil, mas ainda assim foi foi o possível para hoje”, rematou Miguel Oliveira.










