O Moreirense interpôs uma ação no Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) contra o Vitória de Guimarães por reclamação de créditos relacionados com a transferência de Rui Borges para o Sporting, que tem jogador em risco de saída, concretizada em dezembro de 2024.
Cónegos reclamam milhares de euros da transferência para o Sporting
Quando o treinador deixou o Moreirense para assumir funções no Vitória, em maio de 2024, ficou estabelecido que, caso a cláusula de rescisão fosse acionada nessa época, o clube de Moreira de Cónegos teria direito a 50% do montante pago.
A cláusula foi exercida pelo Sporting – que vê Nuno Santos de regresso – por 4,1 milhões de euros. O Moreirense entende que lhe são devidos 2,05 milhões, mas considera ter recebido apenas 1,5 milhões, apontando para um valor em falta na ordem dos 600 mil euros.
Vitória sustenta que parte do valor foi destinada à equipa técnica
O Vitória de Guimarães argumenta que o pagamento incluiu três milhões de euros relativos ao treinador e 1,1 milhões destinados à equipa técnica, defendendo que a repartição não corresponde a metade do valor global da operação.
Na altura, o presidente do Vitória, António Miguel Cardoso, referiu que houve uma negociação com o Sporting e com os adjuntos de Rui Borges, indicando que o valor a repartir não seria exatamente de 50% para cada clube, mas próximo desse montante.








