Para o Mundial 2030, Portugal, Espanha e Marrocos assinaram, em Rabat, um memorando de entendimento destinado a reforçar a cooperação judicial durante a competição. O objetivo passa por assegurar a resolução célere de incidentes e litígios comerciais relacionados com a organização do maior evento do futebol mundial.
Cooperação judicial reforça organização do Mundial 2030
O acordo foi subscrito pela ministra da Justiça portuguesa, Rita Alarcão Júdice, pelo seu homólogo espanhol, Félix Bolaños, e pelo ministro marroquino Abdellatif Ouahbi. O documento estabelece uma estrutura legal para lidar com ocorrências desportivas e disputas entre empresas envolvidas no Mundial 2030.
“Esta iniciativa será um sucesso”, afirmou Rita Alarcão Júdice, destacando que a cooperação entre os três países é estratégica e reflete uma visão partilhada de justiça. O memorando prevê a criação de uma comissão conjunta para acelerar processos através do processamento e de uma coordenação internacional eficaz.
Um Mundial histórico em dois continentes
Félix Bolaños sublinhou o empenho em organizar uma prova exemplar, enquanto Abdellatif Ouahbi classificou o torneio como um “casamento futebolístico”, capaz de transformar o Mediterrâneo e o Atlântico “num grande estádio de futebol”.
O Mundial 2030 será organizado conjuntamente por Portugal, Espanha e Marrocos, com três jogos inaugurais previstos para a América do Sul, Argentina, Paraguai e Uruguai, numa homenagem ao centenário da primeira edição da competição.









