Poste dos Boston Celtics vai voltar a vestir a camisola de Portugal e não teme o desafio diante da poderosa Espanha
Neemias Queta está de regresso aos planos da Seleção Nacional. Depois de ter falhado os dois últimos jogos internacionais, o poste português confirmou que estará disponível para a próxima janela de qualificação para o Mundial, numa altura em que Portugal entra numa fase decisiva do caminho rumo à competição.
“O plano é esse mesmo, ir aos jogos, ajudar a equipa o máximo possível, ser competitivos e chegar ao Mundial, esse é o objetivo principal”, afirmou o jogador dos Boston Celtics, durante a sua presença no Estoril Open de ténis.
O internacional português não esteve presente nos dois encontros anteriores, numa altura em que decorria a renegociação do seu contrato com a formação da NBA. Agora, a prioridade passa por voltar a juntar-se aos “linces” para uma etapa que promete exigência máxima. Portugal desloca-se a Espanha a 28 de agosto, para defrontar a seleção espanhola em Saragoça, e recebe depois a Geórgia, em Matosinhos, três dias mais tarde.
“O que importa agora é mesmo os jogos da seleção, chegar à altura em que vamos estar no 28 de agosto em Espanha, em Saragoça. Queremos estar no nosso melhor nível e acho que vai ser um desafio bastante difícil, mas vamos com os braços juntos e estamos sempre prontos para isso”, sublinhou Neemias Queta.
Apesar do peso do adversário, o poste português não baixa os braços perante a possibilidade de enfrentar uma das seleções mais fortes do continente. Para Neemias, o nome e o estatuto de cada jogador não entram em campo por si só, deixando tudo em aberto quando a bola começar a subir.
“Temos de nos ver uns aos outros e a partir daí é segue jogo, bola ao ar e o objetivo é meter mais pontos que eles e eles metem menos que nós. A partir daí estamos num jogo, cada jogo é um jogo e acho que temos tantas chances como eles”, defendeu.
A presença no Estoril Open acabou por proporcionar também um momento especial ao jogador português. Neemias Queta foi convidado a lançar a moeda ao ar antes da final de pares, que colocou frente a frente os brasileiros Orlando Luz e Rafael Matos e os franceses Titouan Droguet e Kyrian Jacquet.
“É uma honra bastante grande para mim. Acho que é um momento especial para mim também, ao mesmo tempo. Ténis é um desporto que eu acompanho desde criança e acho que é uma experiência fenomenal para mim estar aqui neste momento”, confessou.
O basquetebolista aproveitou ainda para destacar as exigências mentais do ténis, uma modalidade que acompanha desde criança e que considera particularmente desafiante do ponto de vista psicológico. “Tem de se estar muito mais preparado psicologicamente para todos os tipos de adversidades”, explicou.










