Jorge Fonseca, judoca olímpico português, foi uma das personalidades que teve os telefonemas com o empresário intercetados. Em Inglaterra, um internacional também teve problemas recentes com substâncias proibidas.
Jorge Fonseca na lista do Uber da Droga
O jornal Observador fez, esta segunda-feira, algumas revelações sobre o processo que a PSP apelidou de Uber da Droga, para se referir ao narcotraficante Nuno Santos, que foi condenado, no final de maio, a cinco anos e meio de prisão efetiva.
Segundo o Observador, a lista do Uber da Droga contava com participantes de reality shows como Big Brother ou Casados à Primeira Vista, funcionários da TAP, empresários, médicos, engenheiros informáticos e outros profissionais. Muitos foram chamados a depor durante o julgamento.
A PSP acompanhou, durante cerca de um ano, uma operação de distribuição de estupefacientes, na zona da Grande Lisboa. Foram feitas buscar em novembro de 2024, onde foram descobertos centenas de comprimidos de MDMA, LSD, cocaína, cetamina e 2C-B.
José Carlos Pereira foi um dos nomes identificados, mas foi dispensado de falar em tribunal. Marta Gil também foi apanhada nas escutas, mas negou saber da atividade profissional do homem de quem era amiga há três anos.
Jorge Fonseca, judoca olímpico, surge numa conversa com Leonel Nhaga, colaborador e alegado braço-direito de Nuno Ricardo. Segundo o advogado, o objetivo da chamada seria comprar ecstasy, algo que acabou por não acontecer, depois de reflexão do atleta luso.











